Este mês surgiu a notícia de que a Igreja Universal do Reino de Deus e a Rede Record iriam, enfim, se separar. Calma, já houve o devido desmentido. A Record segue funcionando à base de um saco sem fundo de dinheiro, rumo ao primeiro lugar no Ibope, isso se a Plim-plim deixar, claro. A IURD, pra quem não sabe, completou 31 anos ininterruptos de arrecadação de dízimos. A Igreja foi fundada em 1977, por Edir Macedo, com o apoio de Romildo Soares.*
Tudo começou a partir de reuniões ao ar livre, comandadas por Edir Macedo e chamadas de Cruzada para o Caminho Eterno. Mais tarde, as reuniões passaram a ser feitas em um antigo cinema, o Bruni Méier, e depois, no cinema Ridan. Em 9 de julho de 1977, foi fundada oficialmente a igreja, a princípio com o nome de Igreja da Bênção – nessa época, sediada em um galpão na Avenida Suburbana, norte da cidade do Rio de Janeiro. Apenas três anos depois, foi aberto o primeiro templo, sintomaticamente nos EUA... Atualmente, são mais de 3 centenas de templos e a sede principal, a Catedral Mundial da Fé, localizada na Zona Norte do Rio, também conhecida como Templo da Glória do Novo Israel.
Para a Igreja Universal, a fidelidade nos dízimos e nas ofertas traria bênção material, com base em Malaquias 3.6-12 e Gênesis 13.2, segundo nos informa a Wikipédia, não fui procurar para saber o que dizem os versículos. Para a IURD, o dízimo pode ser um “ato de culto”. A Igreja considera o "sacrifício financeiro" como algo sagrado.
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Dito isso, veja a excelente reportagem de Documento Especial, um dos melhores programas da TV brasileira, que era exibido pela Manchete nos áureos tempos da emissora, tenho orgulho de ter estado por lá naquela época. A matéria foi feita nas comemorações dos 12 anos da IURD, lá se vão quase 20 anos. De lá pra cá, pouca coisa mudou...